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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

1 Temos provas para explicar a origem do universo?



O Big Bang foi um acontecimento único. A tentativa de compreendê-lo nos da um idéia vaga. Habitualmente ele é referido como uma explosão o que é errado, pois a palavra explosão sugere, a matéria a ser empurrada para fora por pressões enormes, a partir de um ponto no espaço preexistente. Já na “Grande Explosão” todo espaço se expandiu, transportando energia pura com ele como se tivesse sugado do nada. O universo não se expandiu para o espaço vazio; em vez disso, o próprio espaço expandiu-se e marcou o próprio começo do tempo. Uma pergunta sem sentido seria a de o que existia antes da Grande Explosão. A relatividade geral é, atualmente, a nossa melhor teoria para descrever a natureza do espaço e do tempo. As suas equações prevêem a expansão do Universo, mas não é apenas confiando em equações matemáticas que os cientistas a aceitam como prova. Existem três provas independentes para a “Grande Explosão”.


Como todas as galáxias são compostas pelos mesmos elementos, a luz emitida por galáxias distantes deveria ter os mesmos comprimentos de onda característicos que as galáxias mais próximas. A primeira prova de que o Universo se está a expandir é que a luz das galáxias distantes tem um comprimento de onda maior do que devia ter. Estes comprimentos de onda maiores sugerem que as galáxias estão afastand0-se de nós em uma grande velocidade.

Maiores comprimentos de ondas significam que a luz é desviada para o extremo vermelho do espectro visível. Esta expansão do Espaço é apenas a expansão que ocorre no universo que começou com a “Grande Explosão” A segunda prova da “Grande Explosão” é a existência de radiação de microondas que atinge a Terra vinda de todas as direções do Espaço.

Uma outra prova é a descoberta da radiação cósmica de fundo. Em Cosmologia, a radiação cósmica de fundo é uma forma de radiação eletromagnética prevista por George Gamov, Ralph Alpher e Robert Herman em 1948 e descoberta em 1965 por Arno Penzias e Robert Woodrow Wilson, do Bell Telephone Laboratories. Ela tem um espectro térmico de corpo negro com intensidade máxima na faixa de microondas. A radiação cósmica de fundo é, ao lado do afastamento das galáxias e da abundância de elementos leves, uma das mais fortes evidências observacionais do modelo do Big Bang de criação do universo. Penzias e Wilson receberam o Nobel de Física em 1978 por essa descoberta.
 
A Teoria do Big Bang fala de um Universo quente em expansão adiabática, ou seja, sem mudar a pressão. Neste caso, a temperatura tem que baixar, e ela pode ser calculada a partir da taxa de expansão de da estimativa de temperatura inicial. O resultado previsto era em torno de 5°K. E foi descoberta esta radiação de microondas cósmica de fundo, a uma temperatura de 3,4K, se não me engano. Foi uma das provas mais dramáticas do Big Bang, rendendo até matérias no Fantástico.



É o “clarão” da “Grande Explosão”. Tem uma temperatura de menos três graus acima do zero absoluto e é constituido por fótons de baixa energia. Estes fótons apareceram cerca de 300 000 anos depois da “Grande Explosão” e mantiveram-se quando o universo ofereceu o suficiente para que eles não continuassem a interagir de um modo muito forte com a matéria. A terceira, e, igualmente, importante,prova vem da física nuclear. As proporções relativas de hidrogênio, hélio e lítio ajustam-se muito bem as previsões dos modelos teóricos da “Grande Explosão”. No entanto, os núcleos deste elementos não estavam presentes desde o princípio. Na verdade, nem os próprios núcleos existiam, no início.

Para melhor entendimento assista os videos abaixos explicando a origem do universo:

Video 1:



Parte 2:



Parte 3:



Parte final:


1 comentário

IVO BITENCOURT disse...

O UNIVERSO ANTES DO BIG BANG

Para entendermos a auto criação do universo, temos que partir do nada material,
uma energia escura sem massa em estado de repouso ou vácuo quântico. Porque se fosse criado a partir de uma matéria existente não seria o início e sim uma etapa da criação.
Um sistema fechado sempre está sujeito à flutuação do ponto zero. Havendo o deslocamento de uma energia, receberá uma resistência em sentido contrário, como um pêndulo, iniciando um movimento ondulatório, e estará criado o espaço e o início do tempo. O vácuo em estado de repouso se opõe às forças de compressão ou expansão, mas a vibração de uma energia é natural, pois o espaço já foi criado, haverá apenas a troca de posição no espaço em instantes de tempo ad-perpetum.
A matéria é energia em vibração, a ciência percorrendo o caminho inverso da criação, decompôs a matéria em seus elementos constituintes até chegar à energia parada, onde não existe o espaço e o tempo, mas contêm todas as possibilidades de existência, inclusive o homem e sua consciência.
A primeira vibração do vácuo concentrou a energia num espaço reduzido, produzindo o aumento da velocidade da vibração pelas forças de compressão e expansão, gerando a primeira partícula, o bóson de Higgs que se desdobrou em Quarques, que se desdobraram em Prótons, Nêutrons e Elétrons, e estavam criadas as partículas para a montagem dos átomos de hidrogênio. Formando um universo desse gás, sujeito à atração gravitacional, para formar estrelas e dar início à produção em série dos elementos químicos que compõem o universo atual.
Esta, deve ter sido a trajetória da auto criação do universo, se houve uma grande explosão foi muito depois que o universo já estava criado.
Se não foi assim, teria que haver uma inteligência fora desse sistema, como supôs Platão, um deus, o demiurgo (“fabricante” ou “artesão”), que, contemplando de fora como observador, tratou de produzir suas experiências de criação, sujeitas a erros de percurso, culminando com o acidente de uma grande explosão. Para depois seguir com novas experiências, inclusive a vida, tantas vezes interrompida aqui na terra, e teríamos que perguntar, quem criou esse demiurgo? E assim sucessivamente.
É muito mais lógico o panteísmo de Anaxágoras, Giordano Bruno, Spinosa e outros, que Deus é a natureza. Se a matéria é energia em vibração, como disse Virgilio, (“Mens agitat molem” o espírito anima a matéria). O espírito de Deus ou vácuo quântico se expressa na matéria, tornando-se o UNO de Plotino. Portanto, Deus é espírito e matéria, se não fosse assim nem estaríamos nos referindo a Ele.
A tradição mística, sempre divinizou o espírito e erroneamente demonizou a matéria, agora as religiões deverão assimilar essa nova compreensão da realidade, para se reconciliarem com o divino, sob pena de continuarem ofendendo a Deus.
Pelo exposto, deduz-se que a auto criação é dinâmica, não segue nem um propósito, como disse o sofista Protágoras (não há nada decretado no céu para ser cumprido na terra, o homem é livre para fazer e desfazer o que lhe aprouver para o seu destino). Tanto é assim, que o futuro da humanidade é incerto, vai depender da ação dos governantes das nações.
A ciência descobriu Deus, com outros nomes, embora não admita, mas para nós pensadores teístas basta, para continuarmos a nossa fé justificada.

Ivo da Silva Bitencourt -30/12/2009

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