O tocador de Blu-ray BD590 tem um disco rígido de 250 GB embutido, que pode armazenar música, imagens e vídeos transferidos via USB ou Ethernet. O aparelho faz cópias de CDs de áudio direto no HDD. Aparentemente não é possível fazer o mesmo com DVDs e BDs. (De qualquer maneira, como observa John Herrman, 250 GB não é muito espaço para cópias de BDs.)
O BD590 ainda tem conexão Wi-Fi 802.11n e funcionalidade DLNA, o que permite a reprodução de conteúdo armazenado remotamente em sistemas compatíveis.
Entre as TVs de LCD, o destaque é a Infinia LE9500, o primeiro modelo 3D-ready da LG disponível nos Estados Unidos. Com iluminação de LED e versões de 55 e 47 polegadas, a LE9500 tem menos de 2,5 cm de espessura e o sistema de controle remoto Magic Wand, que usa poucos “botões e gestos para controlar a atividade na tela, espelhando uma experiência ‘Wii-like’”, nas palavras do próprio press release.
Os televisores de plasma Infinia PK950 e PK750 têm um novo design que procura diminuir o reflexo na tela (uma das desvantagens dos aparelhos de plasma em relação aos de LCD). O release não cita (ou eu fiz uma leitura dinâmica muito porca – assessorias, por favor, sejam sucintas e organizadas na redação desses documentos!) o tamanho desses modelos, mas acredito que sejam telas de 50 e 60 polegadas. O PK950 também conta com controle Magic Wand.
Grande parte dos modelos – tanto de plasma quanto de LCD – incluem o NetCast Entertainment Access, que oferece acesso a serviços como Skype, Netflix, YouTube e Yahoo! Widget Engine. Outro recurso comum é conectividade a dispositivos DLNA. Os aparelhos mais avançados ainda conseguem reproduzir conteúdo multimídia armazenado em dispositivos conectados via USB.
De resto, como em todo ano, a LG garante que os novos televisores (ou pelo menos boa parte deles) têm melhor qualidade de imagem e mais eficiência no consumo de energia, além de serem mais finos.
Encaro com certa desconfiança a inclusão de tantos recursos extras, principalmente em televisores, mas pelo jeito é um processo meio irreversível. Até entendo a inclusão de funcionalidades como os widgets do Yahoo! (viva a comodidade), mas a reprodução de conteúdo de multimídia parece tão meia-boca – e é uma função exclusiva dos modelos mais high-end, o que soa um pouco contraditório, já que o público-alvo desse segmento é justamente um consumidor mais ligado em tecnologia que provavelmente faria pouco uso desse recurso. Mas posso estar (bem) enganado.
Não me incomoda tanto ter aparelhos com recursos extras; o que não gosto é de pagar por coisas que não quero e que não usarei. No caso dos televisores, por exemplo, seria legal ter alternativas sem frescuras extras – mas equipadas com os painéis mais sofisticados.











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