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domingo, 15 de maio de 2011

0 NASA seleciona futuras missões e tecnologias espaciais

"Missões como estas prometem aumentar consideravelmente o nosso conhecimento, ampliar o nosso alcance no Sistema Solar e inspirar as futuras gerações de exploradores." [Imagem: NASA]

A NASA anunciou a seleção dos três finalistas para uma futura missão espacial e três tecnologias que deverão ser aprimoradas para utilização em missões ainda a serem planejadas.


Entre as quase missões estão um laboratório para estudar o interior de Marte, um estudo de um mar extraterrestre em uma das luas de Saturno, e um estudo com um nível de detalhamento sem precedentes do núcleo de um cometa.

Candidatos a missão

Dentre estas três, a NASA deverá selecionar pelo menos uma para lançamento a partir de 2016.


No ano passado, a Agência Espacial Europeia também anunciou suas missões científicas futuras.

Cada equipe vai receber US$ 3 milhões para executar a fase de conceito de sua missão, quando são feitos os estudos preliminares de execução e viabilidade técnica e científica.

Depois de uma revisão detalhada dos estudos preliminares, a ser feita em 2012, a NASA irá selecionar uma, que avançará para a fase de desenvolvimento, até o lançamento. A missão selecionada terá um teto de gastos de US$ 425 milhões, não incluindo o foguete de lançamento.

"Missões como estas prometem aumentar consideravelmente o nosso conhecimento, ampliar o nosso alcance no Sistema Solar e inspirar as futuras gerações de exploradores," afirmou o administrador da Nasa, Charles Bolden.

Instrumentos de rádio com capacidade de usar o efeito Doppler vão acompanhar pequenas variações no "balanço" do planeta, obtendo informações sobre o tamanho e a natureza do seu núcleo. [Imagem: NASA/JPL-Caltech]

Estação de Monitoramento Geofísico (GEMS)

Pretende estudar a estrutura e a composição do interior de Marte e melhorar a compreensão da formação e evolução dos planetas terrestres.


A sonda, que pousará na superfície de Marte, levaria três experimentos.

Um sismógrafo, para medir os terremotos marcianos e obter informações sobre os materiais presentes no interior do planeta, da crosta ao núcleo.

Uma sonda térmica, penetrando abaixo da superfície, para monitorar o fluxo de calor do interior do planeta.

Instrumentos de rádio com capacidade de usar o efeito Doppler para acompanhar pequenas variações no "balanço" do planeta, o que poderá fornecer informações sobre o tamanho e a natureza do seu núcleo.

Compreender mais sobre o interior de um outro planeta permitirá fazer comparações com o que se sabe sobre o interior da Terra.

Esta seria a primeira exploração direta de um ambiente marinho fora da Terra - um mar de metano. [Imagem: NASA]
Titan Mare Explorer (TiME)

Esta seria a primeira exploração direta de um ambiente marinho fora da Terra.


A sonda deverá descer e flutuar sobre um mar de metano e etano presente no círculo polar norte da lua de Saturno, Titã.

Em 2005, a sonda Huygens aterrissou em Titã, mas em um local seco.

A Agência Espacial Europeia também já considerou a possibilidade de enviar uma missão para explorar os prováveis oceanos de Titã, mas a proposta atualmente não está na linha de preparação da ESA para uma futura missão.

São planejados dois saltos, o que permitiria o estudo de três pontos distintos da superfície do cometa. [Imagem: Univ.Maryland/Lockheed]

Comet Hopper

O Comet Hopper, saltador no cometa, em tradução livre, pretende estudar a evolução de um cometa pousando sobre ele várias vezes e observando as suas mudanças à medida que interage com o Sol.


A sonda deverá levar pelo menos seis instrumentos científicos, herdando muito do conhecido da Stardust, posteriormente rebatizada para Epoxi, que explorou dois cometas.

São planejados dois saltos, o que permitiria o estudo de três pontos distintos da superfície do cometa.

Propostas de desenvolvimento de tecnologias

As três propostas de desenvolvimento de tecnologias selecionadas têm três objetivos distintos: catalogar e estudar objetos próximos da Terra, estudar a composição dos cometas e validar um novo método para revelar a população de objetos em uma parte muito distante do Sistema Solar.


Durante os próximos anos, as equipes selecionadas receberão financiamento para levar suas tecnologias a um maior nível de prontidão. Mas deverão passar por futuras competições para que possam embarcar a bordo de uma missão.

O observatório NEOCam vai estudar a origem e a evolução dos objetos próximos à Terra (NEO: Near-Earth Objects). [Imagem: Amy Mainzer]

NEOCam

O objetivo é desenvolver um telescópio espacial para estudar a origem e a evolução dos objetos próximos à Terra (NEO: Near-Earth Objects), os pequenos asteroides que frequentemente nos assustam com a possibilidade um impacto.


Obviamente, as observações dariam informações muito mais precisas do que as disponíveis hoje sobre os riscos dos asteroides se chocarem com a Terra.

Os estudos pretendem gerar um catálogo de objetos e medições precisas de infravermelho para proporcionar uma melhor compreensão dos pequenos corpos que cruzam a órbita do nosso planeta.

O NEOCam seria posicionado em um local cerca de quatro vezes a distância entre a Terra e a Lua, o que lhe daria uma visão privilegiada de tudo o que se aproximar do sistema Terra-Lua.

Para descobrir um maior número dos pequenos e distantes corpos celestes, os projetistas planejam monitorar a luz de 140.000 estrelas ao longo de quatro anos. [Imagem: Charles Alcock]

Whipple

O objetivo é validar uma técnica chamada de "ocultação cega", que poderá levar à descoberta de vários corpos celestes na parte externa do Sistema Solar.


A técnica lembra ligeiramente o chamado "trânsito planetário", usado para descobrir exoplanetas quando estes orbitam à frente da sua estrela em relação à Terra.

Para descobrir um maior número dos pequenos e distantes corpos celestes, os projetistas planejam monitorar a luz de 140.000 estrelas ao longo de quatro anos.

Hoje sabe-se muito pouco sobre o chamado Cinturão de Kuiper e suas adjacências, bem como da Nuvem de Oort, nos confins do Sistema Solar.

Primitive Material Explorer (PriME)

O Explorador de Material Primitivo usará um espectrômetro de massa para fazer medições altamente precisas da composição química de um cometa e estudar o papel que esses objetos representam na "distribuição" de componentes voláteis pelo Sistema Solar, incluindo a Terra.


Como não se conhece a origem da água em nosso planeta, muitos cientistas especulam que ela possa ter sido trazida por corpos celestes que caíram sobre a Terra no passado.

Via iT

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