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domingo, 4 de setembro de 2011

0 Cientistas criam chuva usando raios laser



O experimento usou um laser pulsado instalado dentro de um contêiner. [Imagem: Teramobile]
 Uma equipe de cientistas de cinco instituições europeias demonstrou que é possível induzir chuvas usando um raio laser de grande potência.


O experimento foi feito pelo Projeto Teramobile, que vem estudando há vários anos a interação da luz com a atmosfera, sobretudo para estudos de poluentes atmosféricos e descarga guiada de raios.

Esta é a primeira vez que o grupo divulga uma pesquisa voltada para a geração de chuva.

Filamento de laser

Segundo o experimento, o laser induz a formação de microgotículas quando a umidade relativa do ar está acima de 70%.

O chamado "filamento de laser" - um feixe sustentado de luz de 100 micrômetros de diâmetro e até centenas de metros de comprimento - induz a condensação da água e a formação rápida de gotículas medindo vários micrômetros de diâmetro, o suficiente para causar a chuva.

Segundo os cientistas, o fenômeno é explicado pelo efeito fotoquímico gerado pela interação do laser com o ácido nítrico (HNO3), gerando uma condensação HNO3-H2O ao redor do filamento de laser.

O experimento usou um laser pulsado instalado dentro de um contêiner, o que permite as pesquisas de campo. O laser gerou 10 filamentos com extensões entre 15 e 20 metros.


O experimento usou uma câmara semi-aberta para melhor controle das condições. [Imagem: Henin et al./Nature]
Formação de gotículas

Os resultados mostraram um significativo aumento do número de gotículas e de suas dimensões - até 1.000 vezes maiores - em relação às condições normais, sem o laser.

"Os filamentos de laser aumentam drasticamente a densidade numérica de partículas com diâmetros de 25 nanômetros e seu crescimento, em poucos segundos, até atingir dimensões micrométricas estáveis," dizem os pesquisadores

As partículas maiores tiveram um "tempo de vida" de até 20 minutos.

Contudo, ainda não está claro se o experimento terá efeitos práticos. As medições foram feitas a 2 centímetros dos filamentos de laser dentro de uma câmara protegida do vento. O maior risco é que as microgotículas re-evaporem se as condições não foram adequadas.

Via iT

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